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Venha!

Estrangula-me esta gula.
Esta fome que sinto de ti
E este apetite me matam!
Tu és prato raro,
És o barro do qual é feita minha carne.
Pegue este corpo e este coração de lata:
Eles já não são meus - são teus.

Enforca-me a ausência de teus abraços,
Sufoca-me a falta de teus braços.
Tu és caminho para os meus passos,
Inspiração para o meu cansaço,
És a coisa certa!

Venha, pega-me para ti, aperta-me;
Estou aqui, encontra-me;
Já não posso esperar, ama-me.

Não, tu nunca te atrasas:
És a hora certa;
És, do anjo, as asas;
És meu apoio, minha meta quando a dor aperta.

Venha!

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